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Parapente - Google Notícias

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sábado, 31 de outubro de 2015

Campeonato Sul Brasileiro e Catarinense de Parapente inicia neste sábado

Competição acontece em Tangará.
O Campeonato Sul Brasileiro e Catarinense de Parapente inicia neste sábado, 30, em Tangará.  A 4ª etapa do catarinense é a 3ª do sul brasileira acontece até o dia 2 de novembro.
Aproximadamente 85 inscrições já foram feitas. As decolagens acontecem por volta das 12h, porém tudo depende da condição do tempo.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Hike and Fly Brasil: Voar de Parapente da Pedra da Macela

TEXTO: ELIAS LOBO -  REVISÃO LEANDRO MONTOYA
Depois do voo vamos pegar uma onda? Foto: Elias Lobo



Introdução


A Pedra da Macela está a 1.800 metros de altitude na divisa dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. No topo da Pedra tem-se uma vista de 360o da região de Cunha e em dias claros avistam-se a Ilha Grande e as baías de Angra dos Reis e Paraty. O desnivel é de 1.830m em um voo lindo na Serra do Mar. 


Estratégia Geral




A Pedra da Macela é um destino de acesso fácil: são apenas 2km de caminhada em estradinha de asfalto a partir do estacionamento do carro. O voo acontece da serra do mar para o litoral, com pouso perto da praia.


O resgate deverá deixar os pilotos perto da rampa e já pode se direcionar para descer a serra pela estrada Cunha-Parati.
Portanto, esse é um destinho hike and fly legal para quem está iniciando, há um trechinho de caminhada, porém o esquema geral do seu dia será semelhante a um dia de voo em rampas comuns, com acesso e necessidade de resgate.



Acesso


Legal, dá para levar o equipo no carrinho! Foto: Elias Lobo
O acesso está na Rodovia Cunha-Paraty, km 65, onde há uma placa para "Pedra da Macela". Daí são mais 4 km de estrada de terra até o estacionamento na porteira de Furnas deve-se seguir a pé por cerca de 2 km em estrada asfaltada. A rampa fica junto a antena de transmissão. 

Pode-se conseguir a chave do portão na Pousada Mercado de Pouso em Paraty Tel.:(24) 3371- 1114 / (24) 3371- 1114./



Condições meteorológicas


O quadrante para decolagem segura é Leste ou Nordeste. Neste dia o vento estava na direção norte com ciclo de rajadas entre 9 a18km /h , espaçado entre 2 minutos entre a máxima e a calmaria que durava 5 minutos.

A decolagem


A rampa fica bem atrás das antenas, é improvisada e contém muitos arbusto que podem dificultar a decolagem. O vôo no local deve ser bem estudado pois é uma área de constante rotor caso o vento não esteja na direção certa(E- NE). 
Consideramos a rampa (Nível II), para um piloto com bom controle de vela a decolagem é sem problemas, já pilotos com pouca ou nenhuma experiência não é aconselhado se aventurar, na frente da rampa há um abismo de 630 metros.

O voo


Vôo deslumbrante pela serra da Bocaina, pousando ao nível do mar, na cidade histórica de Paraty.  
A Geografia é muito interessante e pode se notar um extenso corredor entre as montanhas com 1830 metros e ao fim a praia com muitas ilhas, antes de chegar ao pouso tem montanhas, que com conhecimento em Lift pode se ganhar mais altura.


O pouso e Resgate

WP: -23°07’17.54”, -44°42’33.38”


O pouso oficial, a 9 km da rampa, fica junto estrada Rio-Santos, na praia brava em Paraty.

Depois de pousar, o piloto pode caminhar de volta para rampa (!) em uma trilha seguindo em direção a Pedra Macela, são menos de 4 horas de caminhada. Será preciso ótimo preparo físico. 

Nós utilizamos resgate de carro, o motorista resgate saiu da pedra Macela depois que pousamos: levou 40min. de caminhada até a porteira onde estava estacionado o carro, seguindo por mais 1h30min. para Paraty, 70% da estrada com asfalto bom leva 35min, 30% de terra muito ruim leva uns 55min para carros comuns, durante todo o trajeto desta estrada NÃO tem sinal de CELULAR, Recomendável 4x4 para subir.

Uma dica se você estiver com carro comum (1000 cilindradas) a volta é melhor por Ubatuba a Taubaté, só aconselho subir para Cunha se o seu resgate for o Zé Mario, pois ele voltou com um Gol 1000, sem parar nenhuma vez. O cara é bom de lama.

Os pilotos que pousarem na praia Brava é legal pagarem um ônibus urbano (R$3,85 a passagem) que passa de 30 em 30 minutos em direção a Paraty e descer antes da cidade no trevo que vem de Cunha, se seguir por mais 5km em direção a cunha, tem um local para lanche e cerveja gelada. 


Outras informações

Guia de turismo Cunha: Nilton Raposo (012)81230117 ou (012)31112035 (011)81670112

Telefones úteis Estancia Climática de Cunha
Hospital Santa Casa: (12) 31111122
Defesa civil: (12) 97401094
Samu: 192
Policia Militar: (12)31111297

Pilotos
Todos de São José dos Campos

Elias lobo (12)91030805 
Vidal (12)97418800
Zé Mario (12)97839551
Adezilio; (12)9139313
Hike and Fly Brasil: Voar de Parapente da Pedra da Macela

Queda de parapente na Serra de Lajeado deixa dois feridos: 15 Bombeiros atuaram no resgate

A queda de um parapente deixou dois homens feridos na tarde desta segunda (26), na Serra de Lajeado, região central do estado. O equipamento perdeu altitude após uma rajada de vento. O piloto e um aprendiz tentavam fazer uma decolagem quando caíram de uma altura de 50 metros do mirante da Serra.
O acidente ocorreu por volta das 17 horas, mas somente uma hora depois os Bombeiros foram acionados. Para o resgate, 15 homens da  1ª Cia de Palmas, da 2ª Cia Taquaralto e da 6ª Companhia de Busca e Salvamento atuaram na ocorrência.
Ao chegarem ao local, os Bombeiros encontraram dificuldades, devido ao relevo acidentado e a falta de iluminação. Para socorrer as vítimas, os militares usaram técnicas de salvamento em altura e tiveram que descer a serra de rapel.
Uma das vítimas apresentava lesões e fratura na perna esquerda e lesão nas costelas, além de sinais de hemorragia interna. A outra possível luxação no tornozelo e joelho esquerdo, sinais de hemorragia interna e fratura na pélvis. Durante o resgate, as vítimas tiveram uma queda nos sinais vitais e um médico do SAMU foi acionado. ,
Rodiney Ribeiro, piloto e Ramires Arco Galvão, aprendiz, foram encaminhadas para Hospital Geral de Palmas.
Segundo o tenente que coordenou a operação, Rafael Cruvinel, a operação durou cerca de 12 horas, sendo finalizada às 6 horas da manhã desta terça-feira, 27. “A equipe demonstrou alto nível de profissionalismo, devido à grande complexidade do salvamento, não medindo esforços em resgatar as vítimas com vida” declarou.
(www.araguainanoticias.com.br)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Tudo o que viajantes de primeira viagem precisam saber sobre o Voo Livre

O voo livre é um esporte em que o piloto utiliza os contrastes de temperatura do vento para realizar voos não motorizados. A categoria inclui apenas asa-delta e parapente. A asa-delta conta com uma estrutura maior e pode alcançar até 100 km/h, enquanto o parapente não costuma passar dos 70 km/h. O esporte chegou ao Brasil em 1974, quando o piloto francês Stephan Segonzac chamou a atenção ao decolar com uma asa-delta do alto do Corcovado, no Rio de Janeiro. Em 1975, aconteceu o 1º Campeonato Brasileiro de Voo Livre, e já há campeonatos mundiais desde 1976.



Tudo o que viajantes de primeira viagem precisam saber sobre o esporte


SEGURANÇA AÉREA
O voo é livre, mas não é por isso que não deve ser seguro. Entre os equipamentos de segurança, além do capacete, estão rádio, aparelho de GPS (que serve como mapa, mede a velocidade do vento e indica sua direção) e variômetro (que mostra quantos metros por segundo o piloto sobe ou desce e ainda mede temperatura e pressão atmosférica.



PINTOU UM CLIMA
O piloto deve estar de olho no tempo antes e durante o voo – chuva está fora de cogitação. Para decolar, ele pode fazer um “voo de lift”, quando o vento bate na encosta da montanha e mantém o equipamento no ar. Já o voo de térmicas rola com bolhas de ar quente geradas pelo contato do sol com o chão. Essas bolhas, por serem menos densas que o ar ao redor, permitem que as asas e parapentes subam.



HAJA CORAÇÃO
Para se aventurar pelo céu brasileiro, não há muitos prérequisitos. Baixinhos e gordinhos, por exemplo, podem voar sem medo. De acordo com instrutores, basta ser maior de 18 anos e não sofrer de nenhuma doença cardíaca – como o esporte injeta adrenalina no sangue, cardíacos podem não aguentar o tranco.



PARAPENTE
Antes de decolar com o parapente, é preciso ajustar a cadeira, chamada de selete. Depois, é só esperar o vento inflar o velame, 2 frear lentamente enquanto pega o impulso e voilà. Para pousar, o esquema é parecido com o da asa-delta: planejar, identificar a direção do vento, fazer a aproximação do local do pouso e, no caso do parapente, puxar o freio. A aterrissagem com esse equipamento é mais simples, já que a sua velocidade é menor. Por isso, é possível realizar pousos em áreas menores e com mais precisão



ASA-DELTA
Na hora de decolar com a asa-delta é preciso checar a intensidade e a direção do vento – que deve ser sempre contrário ao piloto. 1 A asa deve ficar nivelada ao chão, e o piloto tem que projetar o peito para dentro do trapézio. Depois, é só dar uma corridinha 2 e se jogar. 3 Na hora da aterrissagem, é preciso identificar com exatidão a direção do vento (também contrária ao piloto) e fazer acelerar um pouco e se deixar levar até perder a velocidade – manobra chamada de aproximação.



PARA O ALTO E AVANTE!
Um voo pode alcançar cerca de 3 mil metros de altitude e tem duração variada: se houver muitas térmicas, o voo tende a ser mais demorado. Já se as nuvens estiverem baixas, o piloto é obrigado a voar próximo ao chão, o que atrapalha a performance. Em termos de distância, o recorde mundial pertence ao austríaco Manfred Ruhmer, que percorreu 700 quilômetros em uma asa-delta.



PONTO DE PARTIDA
As rampas não têm uma altura mínima – pilotos experientes conseguem decolar de rampas com apenas 30 metros de altura. O tamanho dos morros pode variar e chegar a até mais de 500 metros. No entanto, para servir como ponto de decolagem, não basta a rampa ser alta. Ela precisa também ter uma licença, que é concedida pelas associações de voo livre e pilotos locais.



PARECIDO, MAS DIFERENTE
Paraquedismo é outra modalidade das alturas
Os nomes se parecem, mas voo livre e queda livre são bem diferentes. “Pilotos de voo livre fazem pouso e decolagem. Já o paraquedista usa uma plataforma, salta em queda livre e abre seu paraquedas”, diz Paulo Guilherme Menezes, presidente da Federação Paulista de Voo Livre. Mundo Estranho